Nasceu num quintal
em Franca-SP.
Em 2021, cansamos de escolher entre um chinelo de praia que vazava pela lateral e um sapato "ergonômico" de R$500 que pesava um tijolo. Juntamos três geerações de sapateiros da família — avó, pai e filha — e começamos a prototipar num fogão de indução.
Quatro anos, 17 moldes descartados e um galpão depois, a Velora virou o que é hoje: um sapato de borracha que não te lembra que está ali. A gente ainda testa cada lote andando descalço primeiro.